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Experimentos

Ciência

26/01/2011 - 13h59

Cães farejadores se tornam populares em trabalhos científicos

SINDYA N. BHANOO

DO "NEW YORK TIMES"


Os cães farejadores de excremento estão ficando cada vez mais populares entre cientistas. Eles são como assistentes para coletar dados sobre regiões de vida selvagem.

Os cachorros podem ser treinados para farejar as fezes de outros animais, o que ajuda pesquisadores a estimar estatísticas populacionais.

Porém, segundo uma nova pesquisa em "The Journal od Wildlife Management", a habilidade dos cães em farejar esses excrementos pode variar por fatores como a temperatura do ar e as chuvas. "Nós realmente queríamos entender quais eram alguns dos fatores que limitam as habilidades caninas de detecção", afirmou Sarah Reed, principal autora do estudo e bióloga conservacionista da Universidade Estadual do Colorado (EUA) - o estudo faz parte de sua pesquisa de pós-graduação na Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA).

Reed e seus colegas descobriram que as chuvas exerciam o maior impacto sobre as habilidades dos cães. Eles têm mais probabilidades de encontrar excrementos entre maio e outubro, quando o tempo é mais seco e ocorre acúmulo da substância.

A temperatura do ar também parece surtir alguma influência, já que os cachorros não conseguem farejar tão bem quando estão superaquecidos e ofegantes. O efeito exato depende da tolerância ao calor específica de cada cachorro,disse Reed.

Ela espera que outros pesquisadores criem "ferramentas de calibragem" para medir o desempenho de detecção dos cães em diferentes condições.

Apesar de suas limitações, os cachorros são muito mais capazes de encontrar excrementos do que os seres humanos. Cães treinados conseguem perceber as substâncias em até 10 metros de distância, em 75% das vezes, segundo os pesquisadores.

Os humanos, por outro lado, só identificam as fezes num raio de 1,5 metro.

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/866086-caes-farejadores-se-tornam-populares-em-trabalhos-cientificos.shtml

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Um Exemplo de Coragem

Uma história para elevar o coração sobre a coragem animal.


Esta é Molly. Ela é uma égua salpicada de cinza que foi abandonada pelos seus donos quando o furacão Katrina atingiu o sul da Louisiana.

















Ela passou semanas perambulando solta antes de finalmente ter sido resgatada e levada
a uma fazenda onde animais abandonados estavam aglomerados.

Enquanto esteve lá, ela foi atacada por um cão pitbull terrier e quase morreu. Sua pata direita dianteira mordida se infecionou, e seu veterinário buscou ajuda na LSU, mas a LSU estava sobrecarregada, e esta égua estava abandonada.

Você sabe como estas coisas são.

Mas após o cirurgião Rustin Moore encontrar Molly, mudou de idéia. Ele observou como a égua era cuidadosa ao se deitar em lados diferentes para não desenvolver feridas, e como ela deixava que as pessoas cuidassem dela.

Ela protegia sua pata machucada, mudando constantemente seu peso para não sobrecarregar a pata boa. Molly é um animal inteligente com um grande instinto de sobrevivência.

Moore concordou em amputar sua pata abaixo do joelho, e construíram um membro artificial temporário.

Molly saiu caminhando da clínica e sua história realmente começa aqui.

"Este era o cavalo certo com um dono certo" - Moore insiste. Molly foi uma paciente especial. Ela era muito resistente, mas ao mesmo tempo doce, e tentava colaborar mesmo sentindo dor, e compreendia que estava em dificuldades; além do mais, conseguiu uma nova dona que realmente se dedicou a providenciar os cuidados diários necessários por toda a vida do animal.

A história de Molly tornou-se uma parábola de vida na Louisiana pós-Katrina.

Esta pequena égua ganhou peso e sua crina ganhou mãos que a pentearam.

Um desenhista de prótese humana construiu sua perna.

O protético deu à Molly uma nova vida, diz Dra. Allison Barca, veterinária de Molly.
E ela pede ajuda. Ela estende sua pata amputada, e vem até você pedindo que coloque a prótese no lugar. Algumas vezes ela quer que a prótese seja retirada.
E algumas vezes, Molly se afasta da Dra. Barca.

- Pode ser bem complicado quando você não consegue pegar um cavalo de três patas - ela diz rindo.

O mais importante de tudo - Molly tem um novo trabalho.

Kay, a proprietária da fazenda de resgate, começou a levar Molly a abrigos, hospitais, asilos e centros de reabilitação em qualquer lugar onde ela via que as pessoas precisavam de esperança.

Aonde Molly ia, ela mostrava às pessoas sua pata. Ela inspirava as pessoas e se divertia fazendo isso.

- É óbvio que Molly tem um grande papel a desempenhar na vida - Moore disse. Ela sobreviveu ao furacão, já sobreviveu a um grave ferimento e agora está passando esperança para outras pessoas.

Dra. Barca concluiu: "Ela ainda não voltou ao normal, mas está melhorando cada vez mais... Para mim, ela é símbolo de força e coragem."

Esta é a prótese mais recente de Molly.























A foto abaixo mostra a face que toca o solo, onde uma carinha sorridente foi gravada. Aonde Molly vai, ela deixa uma pegada de casco sorridente no chão.


















As criaturas de Deus frequentemente refletem o temperamento que gostaríamos de ter.

Envie esta mensagem a todos que amam os animais.

terça-feira, 21 de junho de 2011

O Verdadeiro Sentido da Maternidade

Aconteceu numa edição da Feirinha de adoção de animais em Floripa.

Organizadores da Feira contam que ao chegarem na Feirinha, encontraram 12 filhotes abandonados: oito com aproximadamente 40 dias, amontoados dentro de uma caixa.

















E, pasmem, quatro deles com horas de nascidos.

















Ficaram desnorteados, sem saber o que fazer. Por terem ficado dois finais de semana sem realizar feiras por causa do mau tempo, estavam cheios de filhotes em hospedagens e bebês tão pequenos precisam mamar de duas em duas horas, inclusive à noite.

Foi quando, em dado momento, apareceu uma cadela de rua, CASTRADA, e se aproximou dos bebes recém-nascidos. Deitou perto da caixinha e começou a tomar conta deles.

















Não deixava mais ninguém se aproximar.

















Com cuidado, colocaram os bebês perto dela.

















E começou a acariciá-los e tentar oferecer-lhes o seu leite, ainda inexistente.
Este é o verdadeiro sentido da maternidade.

















Passadas algumas horas, com o leite aos poucos chegando, a mamãe já estava inteiramente integrada com seus novos filhos, os quais cuida como se os tivesse gerado.

















Os organizadores da Feirinha a batizaram de Vida.


















Fica, então, a pergunta: Por que nem todos os humanos agem desta forma?


"GRITE POR AQUELES QUE NÃO PODEM FALAR... DEFENDA OS ANIMAIS"