sexta-feira, 10 de agosto de 2012

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Expressivo

Planeta Bizarro


09/08/2012 09h17 - Atualizado em 09/08/2012 09h17


Mergulhador nada ao lado de tubarão-azul

Cena ocorreu no arquipélago dos Açores.

Imagem foi feita pelo fotógrafo Franco Banfi.

Do G1, em São Paulo


Um mergulhador nadou ao lado de um tubarão-azul na costa da ilha do Pico, no arquipélago dos Açores, em Portugal. A cena foi registrada pelo fotógrafo Franco Banfi, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".



FOTO: Reprodução/Daily Telegraph





















Mergulhador nadou ao lado de um tubarão-azul na costa da ilha do Pico



http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/08/mergulhador-nada-ao-lado-de-tubarao-azul.html

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Alarmante

UOL Notícias

Ciência


07/08/2012 08h22 Atualizada 07/08/2012 18h08


Declínio em população de coalas preocupa Austrália


BBC Brasil




As populações de coalas de certas regiões da Austrália estão enfrentando um forte declínio em seus números.

Muitos dos animais vivem na natureza, mas perto de regiões já bastante urbanizadas, e acabam sendo atropelados por automóveis em estradas locais ou atacados por cães.

O pequeno Joey, de cinco meses de idade, foi abandonado em um parque local, mas após ter sido encontrado se tornou um dos 250 coalas que estão recebendo tratamento no Hospital Currumbim para a Vida Selvagem.


FOTO: BBC






















O pequeno Joey, de cinco meses de idade, foi abandonado em um parque


Segundo funcionários do hospital, houve um aumento de 40% desde o ano passado no número de animais que dão entrada no hospital for ferimentos ou doenças.

Desde maio deste ano, 36 coalas já morreram na região de Nova Gales do Sul, no sul da Austrália.

O governo australiano está procurando mapear a população de coalas do país, mas especialistas afirmam ser preciso realocar espécies para regiões onde elas enfrentam menos ameaças.


http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2012/08/07/declinio-em-populacao-de-coalas-preocupa-australia.htm

terça-feira, 7 de agosto de 2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

Tristeza

UOL Notícias

03/08/201205h30

Após morte de família, macaca recebe tratamento contra depressão


BBC Brasil


Após perder seus familiares, uma macaca do Parque Ecológico Urbano Rio Cuarto, na província argentina de Córdoba, está recebendo tratamento especial contra a depressão.

A macaca Loli (diminutivo de Dolores), que tem dez anos,, está sendo atendida com doses diárias de antidepressivos, além de alimentação adequada, aquecimento na sua habitação e companhia de especialistas e de voluntários em tempo integral.

Loli, de uma espécie conhecidos no Brasil como guariba ou bugio (Alouatta caraya), típica da América do Sul e da América Central, estava à beira da morte quando veterinários perceberam que seu silêncio e falta de apetite poderiam estar ligados a problemas psicológicos e não físicos. Eles pediram ajuda a psicólogos e psiquiatras que recomendaram o tratamento contra a depressão.

Seus três irmãos tinham tido os mesmos sintomas antes de morrerem logo após o falecimento das que seriam equivalentes a mãe e a avó do grupo.


FOTO: Divulgação/BBC


















A macaca Loli, em zoológico da Argentina


"Os macacos realmente se parecem com os humanos", disse o diretor do Parque, Daniel Paoloni. Ele e a coordenadora do local, Miriam Rodríguez, disseram à BBC Brasil que o tratamento requer muita "atenção e paciência" já que é preciso "conversar muito" com a macaca para que ela não se sinta sozinha. "Tem sempre alguém pra conversar com Loli, para animá-la", disse Rodríguez.

Nos últimos dias, a macaca tem dado sinais de melhoras, segundo Paoloni e Rodríguez.

"Ela está cada vez melhor. Voltou a ter brilho no olhar", disse Rodríguez. Loli não abandonou, porém, um cobertor que costuma usar nas costas. "É como uma pessoa triste que precisa de casaco, de mais calor. E foi também por isso que levamos um aquecedor para a casa dela", disse Paoloni.

Os responsáveis pelo parque já começaram a fazer planos para a vida pessoal da macaca. "Agora que ela está melhorando estamos pensando que o ideal será ela ter um companheiro e construir sua própria família. Assim sua vida seguirá adiante", disse Rodríguez.
Perdas

As perdas familiares de Loli começaram em 2010. As duas fêmeas mais velhas, consideradas avó e mãe do "grupo familiar" de seu bando, morreram de velhice. A primeira em 2010 e a segunda no ano passado. Em seguida, os três macacos machos, que eram jovens como Loli, começaram a dar sinais de "desinteresse pela vida", afirmou Rodríguez.

"Eles fechavam a boca e não havia como estimulá-los a comer. Não saíam de casa e ficavam em silêncio. Foi muito difícil", disse. Os animais tiveram que ser alimentados com soro e ficaram dias na clinica que funciona dentro do parque.

"Mas morreram de tristeza. Não suportaram as perdas das macacas mais velhas, que eram as referências, as matriarcas do grupo", afirmou.

Rodríguez e Paoloni contaram que os macacos foram submetidos a vários exames para descobrir as causas de sua falta de alegria e apetite. "Mas todos os exames, como sangue por exemplo, davam que eles estavam muito bem de saúde. O problema é que se negaram a viver", disse Miriam.

Além dos exames médicos, os especialistas do zoológico realizaram análises da água e do solo para tentar detectar se havia alguma espécie de vírus ou outro problema que poderia estar afetando o comportamento dos animais. Mas todos os exames deram negativos.

O parque fica em uma região montanhosa, possui cerca de trezentas espécies, a maioria aves, e concentra animais que foram vítimas de tráfico ilegal, maus tratos ou estão ameaçados de extinção.


http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2012/08/03/apos-morte-de-familia-macaca-recebe-tratamento-contra-depressao.htm

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Pescaria Inusitada

UOL Notícias

Cotidiano


02/08/2012 - 14h36

Pescador afirma ter "pescado" gato na costa do litoral de São Paulo


UOL, em Santos (SP)



Um gato foi encontrado com vida em alto-mar, a mais de dez quilômetros da costa de Santos, no litoral de São Paulo (72 km de São Paulo), no último domingo (28). O analista de infraestrutura Adryanno Tussing, que participava de uma pescaria e resgatou o animal, afirma que essa não é uma “história de pescador”.


"Eu estava pescando tranquilamente em alto-mar quando um dos integrantes do grupo começou a gritar “Olha o gato! Olha o gato!”. Larguei as varas de pesca no chão e saí correndo para olhar, e tinha mesmo um gato nadando, do lado do barco, a mais de dez quilômetros da costa”, relatou .


Tussing conta que, assim que viu o animal, pegou o passaguá, rede usada pelos pescadores para trazer os peixes para o interior das embarcações, e tratou de dar apoio para que o gato se agarrasse e fosse puxado para dentro do barco. Assim que foi resgatado, o animal se refugiou em uma cama no porão da embarcação, onde permaneceu, assustado.



FOTO: Adryanno Tussing/Arquivo Pessoal
















O analista Adryanno Tussing "pescou" um gato vivo no mar, a mais de 10 km da costa de Santos (litoral de SP), no último domingo (28


“Prontamente eu peguei o passaguá e ‘pesquei’ o gato. Ele ficou no porão do barco, em cima de uma cama, encolhido. Tentei dar comida e água, mas ele não quis saber de nada. Quem se aproximava ele tentava morder, então o deixamos lá, quietinho, e quando o barco atracou em terra firme ele fugiu.”

“Como o gato foi parar ali, eu realmente não sei. A foto prova que não é história de pescador. Em alto mar também sai gato”, disse o pescador.



http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/08/02/pescador-afirma-ter-pescado-gato-a-mais-de-dez-quilometros-da-costa-no-litoral-de-sao-paulo.htm

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Descoberta Científica 6

G1

Rondônia

31/07/2012 16h54 - Atualizado em 31/07/2012 17h16


Anfíbio com formato de cobra é descoberto no Rio Madeira, em RO

Animal raro foi encontrado por biológos em canteiro de obras de usina.

Exemplares estão no Museu Emilio Goeldi, no Pará.


Marcela Ximenes

Do G1 RO



FOTO: Juliano Tupan/Divulgação


















Atretochoana eiselti foi descoberta no Rio Madeira



O trabalho de um grupo de biólogos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, resultou na descoberta de um anfíbio de formato parecido com uma cobra. Atretochoana eiselti é o nome científico do animal raro descoberto em Rondônia. Até então, só havia registro do anfíbio no Museu de História Natural de Viena e na Universidade de Brasília. Nenhum deles têm a descrição exata de localidade, apenas 'América do Sul'. A descoberta ocorreu em dezembro do ano passado, mas apenas agora foi divulgada.

O biólogo Juliano Tupan, analista socioambiental da Santo Antônio Energia, concessionária da usina hidrelétrica, conta que foram encontrados seis exemplares do anfíbio, que ficou conhecido como cobra mole, durante o processo de secagem de um trecho do leito do rio. Os animais estavam no fundo do Rio Madeira entre pedras que compunham as corredeiras de Santo Antonio, no leito original do rio.

“A Amazônia é uma caixa de surpresa em se tratando de anfíbios e répteis. Ainda há muita coisa para ser descoberta”, afirma o biólogo.



FOTO: Juliano Tupan/Divulgação


















Anfíbio é chamado de cobra mole



Segundo Tupan, o ponto mais importante dessa descoberta é que agora se tem a noção de onde a Atretochoana eiselti pode ser encontrada. “Provavelmente em todo o Rio Madeira até a região da Bolívia”, diz.

Os primeiros exemplares do anfíbio foram encontrados pela equipe de Juliano Tupan em dezembro do ano passado. Em janeiro passado ele encontrou mais dois exemplares, mas morreram.

Juliano explica que a divulgação da descoberta foi feita somente agora porque estava em processo de validação e catalogação científica.

“Resgatar um animal tão raro como este foi uma sensação fora do comum. Procurei referências bibliográficas, entrei em contato com outros pesquisadores e vimos que se tratava de Atretochoana eiselti”, lembra Juliano Tupan.


Parente de sapos e pererecas

O formato cilíndrico do corpo do anfíbio faz logo pensar que se trata de uma cobra meio esquisita. Mas Juliano explica que a Atretochoana eiselti não tem parentesco algum com répteis. “Esse anfíbio é parente próximo de salamandras, rãs, pererecas e sapos. Apenas se parece com uma serpente, mas não é”, afirma o biólogo.

Dois exemplares da Atretochoana eiselti descobertos no Rio Madeira estão no Museu Emilio Goeldi, em Belém, PA.

Juliano conta que cerca de dois meses após a descoberta no Rio Madeira um grupo de pescadores do Pará encontrou um exemplar na foz do Rio Amazonas, na região de Belém, PA.



FOTO: Juliano Tupan/Divulgação
















Anfíbio estava no fundo do Rio Madeira



http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2012/07/anfibio-com-formato-de-cobra-e-descoberto-no-rio-madeira-em-ro.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012