quarta-feira, 30 de junho de 2010

Vacinação SP

28/07/2010 - 19h19

Secretaria de Saúde prepara campanha para vacinar 7 milhões de animais


DA AGÊNCIA BRASIL




A Secretaria de Saúde de São Paulo iniciou esta semana a distribuição a 645 municípios paulistas de 7,2 milhões de doses de vacinas contra a raiva animal, doença causada por um vírus mortal tanto para os homens quanto para outras espécies de mamíferos, como cães e gatos.

As prefeituras têm até o final de setembro para iniciar a campanha de vacinação, mas a estimativa da secretaria é de que, na maioria das localidades, a campanha aconteça já em agosto. Em 2009, cerca de 5 milhões de cães e 630.000 gatos foram imunizados em todo o estado.

Só para a capital paulista serão destinadas 1,5 milhão de doses do medicamento, cuja primeira aplicação deve ser feita a partir dos três meses de idade do animal, que deve receber um reforço entre 30 e 45 dias após a dose inicial. Além disso, a revacinação deve ser anual.

Ainda de acordo com a secretaria, há nove anos nenhum caso de raiva entre humanos foi registrado no estado. O último caso envolveu uma moradora da cidade de Dracena, que foi atacada por um gato que contraiu o vírus rábico de um morcego. Daí a ênfase das autoridades médicas em sensibilizar a população para a importância de que também os gatos sejam vacinados, e não apenas os cachorros.

De acordo com o Instituto Pasteur, alguém atacado por qualquer animal deve lavar imediatamente o ferimento com água e sabão e procurar com urgência o serviço de saúde mais próximo. Além disso, se possível, o animal não deve ser morto, mas sim deixado em observação durante dez dias, para que se possa identificar qualquer sinal indicativo da raiva. E caso este animal adoeça, morra, desapareça ou mude de comportamento, a pessoa deve voltar a procurar o serviço médico.

Gavião Radical

Planeta Bizarro


25/06/2010 07h00 - Atualizado em 25/06/2010 07h00


Durante voo, gavião entrega ratazana para filhote em manobra radical.

Flagra foi registrado por fotógrafo americano.

Animais estavam a 30 metros de altura.


Do G1, em São Paulo




Um filhote de gavião e seu pai protagonizaram uma cena espetacular no céu de San Francisco, nos Estados Unidos. O mais velho entregou uma ratazana que serviria de comida para o filho numa manobra digna de aplausos.

O fotógrafo Phil Seu registrou o momento em que o pai gavião decola com uma ratazana capturada no solo e entrega a comida para o filhote numa altura de 30 metros e numa velocidade inacreditável



FOTO:Reprodução/The Sun


















Pai e filho gavião protagonizam cena inusitada no céu de São Francisco




http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2010/06/durante-voo-gaviao-entrega-ratazana-para-filhote-em-manobra-radical.html

Belíssimo Exemplo de Amor

Correio Braziliense


Luziânia


Cães e gatos rejeitados e doentes são acolhidos em um espaço rural no Jardim Ingá

Eles somam 302 animais que mudaram a vida da taxidermista Eliane Zanetti


Leilane Menezes


Publicação: 30/06/2010 07:58 Atualização: 30/06/2010 13:58




A recepção é calorosa para quem chega à casa da taxidermista Eliane Zanetti, 47 anos, e do escultor Rafael Estevão de Oliveira, 32 anos, no Jardim Ingá, em Luziânia. Quando o visitante se aproxima do portão logo vê os 235 cachorros que vivem ali em liberdade. Os cães — a maioria é vira-lata — saem correndo ao menor sinal da presença humana e se aproximam do portão verde que os separa da rua. Eles vêm todos de uma vez e entoam um coro de latidos poderoso. Segundos depois, em meio aos caninos, surge a dona de todos os animais, Eliane. Sem medo, ela caminha entre os bichos agitados para abrir a porta. Conhece cada um pelo nome e cria ainda 67 gatos, em um ambiente separado, é claro.

Eliane e o marido, Rafael, transformaram a própria casa em um abrigo para animais em situação de risco, o Augusto Abrigo. O local respeita um padrão e não recolhe qualquer bicho abandonado. Ali, as cadelas grávidas, cachorros atropelados ou que sofreram tortura, por exemplo, têm preferência. O local conta com ambulatório, dormitórios, berçário e, em breve, terá uma maternidade. Quando recebem uma denúncia de abandono, eles recolhem as vítimas das ruas.

Doações ajudam a sustentar o projeto. Porém, o custo de reabilitar bichos com saúde tão debilitada é alto. Todo domingo, os donos do local organizam um bazar. Mas a maior parte dos 12 mil investidos a cada mês em ração, remédios e outras dezenas de cuidados vem do bolso do casal. Eles mantêm ainda uma parceria com uma clínica veterinária da Asa Sul, a Pet Health, que atende os animais do Augusto Abrigo a preço de custo. Uma cirugia de grande porte pode custar até R$ 1,8 mil.

A paixão pelos animais começou quando Eliane ainda era criança, em Votorantim (SP). O pai dela, Augusto Zanetti, era mecânico de profissão, mas veterinário de coração. Havia cursado até a 4ª série primária, mas era capaz de socorrer qualquer animal com seus remédios feitos de ervas, benzeção e muito carinho. “Nunca vou me esquecer de quando vi meu pai costurando o pescoço de uma galinha. Ficou perfeito e depois a galinha andava atrás dele o tempo todo, como se fosse um cachorro. Ele amava os animais e tinha um dom. Eu aprendi isso com ele”, explicou Eliane. “Eu trabalhava em um zoológico em São Paulo e quando o veterinário dizia que ia sacrificar um bicho eu levava o doente para o meu pai e o animal saía de lá curado.”

Em 2004, Eliane se mudou para Brasília, para trabalhar no zoológico. Aqui conheceu o marido. Ela era professora, Rafael o aluno. No começo, era só o casal sem nenhum cachorro ou gato por perto. Mas Eliane começou a recolher cachorros de outras instituições protetoras dos animais. Seria temporário, garantiu ela ao marido. Mas pouco depois o vasto quintal da chácara estava cheio de cachorros e gatos. Nessa época, Eliane recebeu uma proposta de trabalho em São Paulo. Teria de devolver os animais para outra instituição. Mas ninguém apareceu para buscá-los. Eram menos de 10. Mesmo assim, ela jamais poderia abandoná-los. “Recusei a oferta de emprego por conta deles e fiquei aqui”, lembrou. Depois disso, os bichos não pararam de chegar.




Casamento ameaçado



Não demorou muito e a família estava completa: 235 cães, 67 gatos e duas pessoas. Rafael, que até então estudava para ser mecânico de aviões, não estava tão satisfeito. “Eu sempre gostei de cachorro. Mas não desse tanto, é uma quantidade absurda. Era muito difícil no começo. Mas a gente acaba se envolvendo”, relatou Rafael. Eliane quase perdeu o marido por conta desse amor animal. “Ele chegou a sair de casa, mas depois voltou. Se conformou que não tem como.” Hoje, Rafael estuda veterinária e é o principal incentivador do projeto da mulher. “Quando eu conheci minha mulher, ela usava salto alto e roupas de marca. Abrimos mão de todos os luxos para cuidar deles”, contou Rafael.

A rotina não é fácil. É preciso alimentar os bichos, dar banho, remédio e muito amor àqueles que entram pela porta do abrigo com comportamento arredio por terem sido torturados. Dias depois de ganhar um lar caloroso e comida da melhor qualidade, todos estão mais calmos. Os latidos não incomodam o tempo todo. “Eles só fazem muito barulho 6h, quando o sol fica mais forte, e 18h, que começa a escurecer”, garante Eliane. Às vezes, porém, ela precisa acordar várias vezes no meio da noite para dar mamadeira aos filhotes órfãos. São 18 pequenos sem pais, atualmente.















Eliane diz que herdou do pai, um mecânico e "veterinário de coração", a paixão pelos animais, um amor que a fez recusar empregos







Sob terapia do carinho





Sabugo

Raça: Basset hound

Idade: Pela dentição, aparenta ter 16 anos.























Dócil e de patas curtas, é um dos mais velhos do abrigo. Foi abandonado na porta de um clube no Lago Sul, com uma placa pendurada ao pescoço, na qual estava escrito: “Adote-me”. Ele tem um tumor testicular e precisa de cirurgia. Um filhote desse cachorro pode custar até R$ 1 mil.







Antonela

Vira-lata.

Idade: Faz 1 ano em setembro.



























Ficou vários dias dentro de uma lata de lixo, recém-nascida, na Asa Norte. Quando foi encontrada e levada para o abrigo, estava quase morta. Recebeu Pet milk, um leite especial que custa R$ 36 a lata. Ela estava acompanhada de mais dois irmãos, que não resistiram.











Apolo


Raça: Fila brasileiro.


Idade: 5 anos.

























Foi encontrado no Recanto das Emas com duas patas quebradas. Passou meses com pinos nos membros inferiores para conseguir voltar a andar. Provavelmente foi atropelado depois de ser abandonado pelo dono. É aparentemente um cão reprodutor que envelheceu, perdeu a serventia e foi descartado.









Adoção com responsabilidade



Todos os animais do Augusto Abrigo podem ser adotados. O candidato a “pai ou mãe” deve preencher um cadastro completo e apresentar vários documentos. No contrato de adoção, o novo dono se responsabiliza, inclusive judicialmente, a responder por possíveis maus-tratos e abandono. O problema é a matemática da entrada e saída dos animais do abrigo. Por volta de 15 ganham um novo lar todo mês, mas outros 30 chegam. “As pessoas querem filhotes saudáveis. Temos 18 cães cegos que talvez nunca sairão daqui. Sabemos que não vamos resolver o problema dos animais abandonados. Só no DF são mais de 40 mil. Mas vamos salvar algumas vidas”, afirmou Eliane.

Entrar no abrigo significa ter uma vida nova. As histórias de maus-tratos são assustadoras. Alguns cachorros sofreram até mesmo abusos sexuais. Há os que têm os olhos queimados por cigarro e outros a pele ferida com água quente. Um dos cachorros teve a metade da cabeça esmagada por espancamento, mas sobreviveu graças aos cuidados de Eliane.

O basset Sabugo foi largado na rua por ter um tumor no testículo. “Ele estava com uma placa no pescoço escrito: adote-me. Um outro, o Barão, da raça bernese, foi jogado na rua pelos filhos do dono dele, depois que o dono morreu.”

Os bichos sentem ciúmes de Eliane e Rafael. Os dois conversam com os animais como se eles fossem seus filhos pequenos. O mais incrível: eles parecem entender e obedecem a cada ordem. Eliane tem Lupus, doença na qual o sistema imunológico se volta contra o próprio organismo e pode afetar qualquer parte ou órgão do corpo. Antes de criar o abrigo, ela tinha crises, com dores fortes e períodos em que ficava acamada. “Me vejo obrigada a levantar todos os dias para cuidar de cada um dos animais. Eles salvaram a minha vida, são os melhores médicos do mundo”, disse. (LM)







Augusto Abrigo

Local: Jardim Ingá, Rua Mato Grosso, Quadra 5, Lote 18, Chácara Vera Cruz, Setor Industrial.

Dias para adoção: segunda-feira a sábado, das 14h às 17h.

Informação: 3603-1774 e 9156-4441.




http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/06/30/cidades,i=200086/CAES+E+GATOS+REJEITADOS+E+DOENTES+SAO+ACOLHIDOS+EM+UM+ESPACO+RURAL+NO+JARDIM+INGA.shtml

domingo, 27 de junho de 2010

Uma Boa Notícia

27/06/2010-16h30

Vira-latas são os cães preferidos dos paulistanos

FLÁVIA MANTOVANI

ROBERTO DE OLIVEIRA


DE SÃO PAULO


Eles não são puros e têm histórico de passagem pelas ruas. Seu nome é associado ao lixo e aparece no dicionário como sinônimo de "sem classe, sem vergonha". Ainda assim, e talvez com a ajuda de uma abanadinha de rabo, os vira-latas conseguiram driblar a má fama: estão na moda e fazem companhia a milhares de moradores da cidade, de todas as classes sociais.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Datafolha, é esse o cão mais comum na casa das famílias paulistanas. O levantamento entrevistou 613 pessoas, numa amostra representativa da população de São Paulo com 16 anos ou mais.

Por ser fruto de uma mistura de raças, o vira-lata tem características muito mais variadas do que qualquer cachorro puro. Mas, na aparência física, é possível identificar um perfil médio: a maioria pesa de 10 kg a 20 kg, tem pelo curto e cor escura --é o pretinho básico, como chamam alguns protetores de animais.

Para o zootecnista e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, autor do livro "Adestramento Inteligente" (ed. Saraiva; 240 págs., R$ 31,40, 2009), o porte médio ajuda a sobreviver nas ruas. "Ele não é tão grande a ponto de demandar muito alimento nem tão pequeno a ponto de ser indefeso em brigas e perder na competição com outros machos para cruzar", explica.

O comportamento também muda substancialmente de um vira-lata para o outro, mas aqueles que passaram pela rua costumam ser mais espertos do que os criados em casas ou apartamentos. "O animal que passou pela rua teve que se virar, ou não estaria vivo", diz o veterinário Wilson Grassi, diretor da Anclivepa (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais) e gerente-executivo do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

Segundo Alexandre Rossi, a mistura de raças costuma "produzir" um cão com competências mais equilibradas. Enquanto um animal puro pode ter mais aptidão para guarda e outro para companhia, por exemplo, o vira-lata teria uma média entre as habilidades --o que também o torna menos previsível, uma desvantagem na opinião de algumas pessoas.

A genética explica também por que os vira-latas, conhecidos como SRD (sem raça definida), são mais resistentes a doenças. Existem problemas de saúde determinados por genes recessivos, que devem estar presentes em dupla para que as complicações se manifestem.

Enquanto os animais mais puros têm mais tendência de portar os dois genes, estes acabam sendo "diluídos" com a mistura de raças.

Um problema que vem aumentando em cães de raça nos últimos cinco anos, por exemplo, é a alergia, segundo Roberto Monteleone, veterinário de pequenos animais há mais de 30 anos. "Há criadores que cruzam animais aparentados. Muitos nascem com imunodeficiência e pegam infecções com facilidade. No caso do vira-lata, há uma chance muito menor de que isso aconteça."

Outra explicação é a própria seleção natural. Quando o cachorro é de raça, acaba procriando mesmo não sendo muito saudável, pois recebe mais cuidados. Já na rua só procriam os vira-latas mais fortes, que sobrevivem às condições adversas e, por isso, geram filhotes mais resistentes.

Isso não quer dizer, no entanto, que eles precisem de menos cuidados do que um cão de raça. "Tem que vacinar, levar ao veterinário, dar boa alimentação. É um cão como outro qualquer", alerta Cida Lellis, presidente da ONG Clube dos Vira-Latas.




FOTO: Johnny Duarte
























Carlota Joaquina, 1, moradora do Morumbi, foi adotada em uma feira de animais



São Paulo

Segundo o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de São Paulo, há 2,5 milhões de cachorros domiciliados na cidade. O número vem crescendo, em média, 6% ao ano, e estima-se que, em 2020, atinja 4,5 milhões. Os dados são de uma pesquisa que vai virar livro, feita pela USP de 2007 a 2009 em parceria com o CCZ e com regionais de saúde. Foram visitados quase 12 mil domicílios.

O professor de veterinária Ricardo Dias, autor do estudo, diz que não surpreende saber que o SRD é o cão mais comum. "Vimos que só 26% dos cachorros foram comprados. O restante foi adotado", diz.

A adoção dos sem raça, aliás, está virando moda entre paulistanos de classes mais altas, e agora eles dividem espaço com primos "ricos" como poodles, lhasas e labradores. "Os animais de rua não ficam mais só na periferia. Temos visto muito mais vira-latas nos parques, junto com os cães de raça", afirma a veterinária Cíntia Tonelli, fundadora da ONG Vira-Lata É Dez.

Em 2003, quando foi criada, a entidade conseguia doar quatro cães por mês --hoje são cerca de 16. O problema é que eles também têm tido mais animais para recolher.

Desde 2008, não é mais permitido, no Estado de São Paulo, sacrificar animais apenas por estarem na rua -a eutanásia só pode ser feita em casos extremos, de doenças incuráveis ou infectocontagiosas. Os animais recolhidos pelo CCZ ficam disponíveis para adoção --são doados, em média, 50 por mês.

A ONG Clube dos Vira-Latas é outra que aumentou as doações: eram cerca de dez por mês há cinco anos e agora são entre 40 e 50. "As pessoas estão acordando para o problema dos animais abandonados na cidade e vendo que o bicho não precisa ser comprado e ter raça", diz Cida Lellis.

Mas os adotantes ainda procuram perfis específicos: filhotes, de porte pequeno, peludinhos e que não sejam pretos, justo o contrário da maioria dos cães que estão nos abrigos. Casais jovens, com ou sem filhos, são os adotantes mais comuns na cidade de São Paulo.


http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/758026-vira-latas-sao-os-caes-preferidos-dos-paulistanos.shtml

domingo, 6 de junho de 2010

Tigresa E Porquinhos










Cães Na Segurança Pública

Cães são treinados para ajudar em operações de resgate
















http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1258853-7823-CAES+SAO+TREINADOS+PARA+AJUDAR+EM+OPERACOES+DE+RESGATE,00.html












Cães farejadores vão acompanhar policiais em operações em ônibus








Cão Na Copa

África do Sul 2010


29/05/2010 15h04 - Atualizado em 29/05/2010 15h04


Cão viaja com o dono na próxima semana para o país sede do mundial.

Objetivo é gravar um documentário sobre o amor e a alegria dos animais.


Do G1 SP





Um cachorro vai embarcar nesta segunda-feira (31) rumo à África do Sul para acompanhar os jogos da seleção brasileira durante a Copa do Mundo. O objetivo de André Rosa, adestrador e dono do cão, chamado Fenômeno – em homenagem ao jogador Ronaldo –, é gravar um documentário e mostrar as maneiras de um cachorro levar alegria às pessoas. Além de representar o país no campeonato mundial, a outra intenção do dono é fazer o bichinho se tornar o mascote do Brasil no continente africano.




FOTO: Divulgação




















Cão 'Fenômeno' vai para a Copa da África.





Fenômeno, da raça border collie, tem 5 anos e foi comprado por Rosa após ter sido dispensado por sua antiga dona. “Ele era muito ativo e sua dona morava em um apartamento. Ela preferiu dispensá-lo e uma amiga o pegou e o vendeu para mim. Se para ela o fato de ele ser muito "animado" era um problema, para mim foi ótimo”, diz o dono.

O cãozinho joga futebol, basquete, participa de ações sociais, visita pessoas doentes, casas de idosos e já participou de vários programas na TV. Fenômeno também já estrelou comerciais publicitários. “Sempre soube que ele não era um cachorro comum. Ele tem algo a mais”, conta Rosa.





FOTO: Divulgação





















Fenômeno entra em quadra





A dupla vai ficar na África durante 45 dias e pretende visitar aldeias e os pontos turísticos da região. Eles vão se hospedar em uma pousada de um amigo de Rosa e, segundo ele, toda a viagem será financiada com seus próprios recursos. “Algumas empresas vão nos apoiar com equipamentos que o Fenômeno vai precisar nesse período, mas o custo da viagem será pago por mim. Acredito que nada disso tem preço, é uma vontade minha, um sonho” afirma.





FOTO: Divulgação


















Fenômeno vai visitar pontos turísticos da África





Após a temporada na África, Rosa pretende fazer um documentário com o material produzido. “Minha intenção é mostrar todos os lugares pelos quais passaremos. O povo, a cultura, os locais mais conhecidos, como por exemplo, o local em que o Mandela foi preso”, diz.

Rosa não sabe se vai conseguir entrar com o Fenômeno nos estádios onde vão acontecer os jogos da seleção, mas garante que vai tentar. "Minha intenção é entrar. Espero que tudo corra bem."

A próxima viagem da dupla, para a Disney, já está sendo planejada e deve servir de material para um longa-metragem que Rosa que produzir. “Esse é o meu maior sonho”, conta Rosa.



http://g1.globo.com/especiais/africa-do-sul-2010/noticia/2010/05/cao-fenomeno-vai-copa-da-africa-representar-o-brasil.html

Compaixão


















A compaixão pelos animais está ligada à bondade de caráter.E pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com animais não pode ser um bom homem.

Como diz Ronnie Von, desconfie sempre de quem não gosta de animal e açúcar. Com certeza, bom sujeito não é!

Fofos