sexta-feira, 24 de abril de 2009

Protetores

Como nesse mundo ainda há pessoas boas,às vezes elas formam grupos,ou,mesmo sozinhas,se dedicam a proteger os animais.O universo agradece.Lícia.





Mulher cuida de pássaros doentes que encontra na rua

Agência Brasil

Publicação: 26/04/2009 17:57 Atualização: 26/04/2009 18:03


A servidora pública Silvana Cutello, 46 anos, é uma espécie de versão feminina de São Francisco de Assis, conhecido como o protetor do animais. Há 11 anos, ela cuida em sua casa, no Setor Policial Sul, em Brasília, pássaros doentes e feridos que encontra na rua ou que lhes são entregues. O trabalho deu origem ao projeto voluntário SOS Passarinho Caído no Ninho, que tem apoio de veterinários e comerciantes.

De acordo com Silvana, há pássaros que chegam com fraturas no pescoço e nas pernas. Outros são entregues para ela porque os donos não querem mais cuidá-los e temem que não sobrevivam, caso sejam soltos. “Muitas vezes, o passarinho, ainda nos primeiros vôos, quebra a asa", diz Silvana. Além disso, acrescenta, alguns são pegos por cães, que quebram o pescoço deles. "Quando nos deparamos com essas situações, socorremos.”


Hoje, Silvana tem um restaurante para pássaros em sua casa. Entre os freqüentadores, estão beija-flores, pardais e sabiás. Desde os 12 anos, ela costuma protegê-los. "Morava em uma chácara. Sempre que meus seus pais encontravam algum passarinho machucado na rua, davam-me para cuidar." Com isso, Silvana estabeleceu uma relação de amor por esses animais.

Recentemente, conta Silvana, uma pessoa encontrou três corujas recém-nascidas cobertas com veneno em pó para matar pulgas. “Elas já estavam muito fracas, quase morrendo e cuidamos delas durante três meses até que crescessem e aprendessem a comer sozinhas. Depois chamamos a pessoa que havia encontrado as corujas para devolvê-las. Em menos de vinte e quatro horas, ela me trouxe de volta uma coruja morta e outras duas com as coxas deslocadas."

No retorno, apareceu uma quarta coruja, irmã das duas sobreviventes e da que morrera. Silvana decidiu, então, ficar com as três em sua casa.

Ela não paga consultas para os animais e parte da comida é doado para uma empresa do ramo de alimentação para pássaros. Todas as demais despesas, como remédios, por exemplo, são custeadas pela funcionária pública.


FOTO: Agência Brasil






















Silvana Cutello, a protetora dos pássaros doentes e feridos







http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_13/2009/04/26/noticia_interna,id_sessao=13&id_noticia=102400/noticia_interna.shtml













Planeta Bizarro


02/05/09 - 20h58 - Atualizado em 02/05/09 - 20h58

Cão que teve de comer as próprias patas para fugir de armadilha ganha prótese

Animal foi preso por armadilha para criaturas selvagens no Alasca.

Para escapar, foi obrigado a morder suas próprias patas.

Do G1, em São Paulo



Andre passou por uma experiência traumática. Caminhando pelas terras selvagens do Alasca, o cãozinho pisou por acidente numa armadinha de animais ilegal. Para escapar da enrascada, teve de mastigar suas próprias patas. O resultado foi a perda de duas delas.

Encontrado em frangalhos pelo serviço de resgate de cães do Alasca, ele não conseguia nem ficar em pé. Mas uma empresa de Denver, no Colocado, mudou sua vida.

Sensibilizada com a história de Andre, a OrthoPets criou próteses para o cão. Com dois dias de uso, Andre voltou a ficar em pé.

"Essa é a primeira vez que Andre foi capaz de ficar sobre quatro patas em um ano e alguns meses", disse Martin Kaufmann, da empresa responsável pelas próteses.

Após algumas semanas de adaptação às novas patas, Andre será colocado para adoção.

A história foi reportada por um canal local da rede americana NBC.


Foto: Reprodução/wkyc.com
























O vira-lata Andre mastigou as próprias patinhas para se livrar de armadilha no Alasca.







http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1106756-6091,00-CAO+QUE+TEVE+DE+COMER+AS+PROPRIAS+PATAS+PARA+FUGIR+DE+ARMADILHA+GANHA+PROTE.html

domingo, 19 de abril de 2009

Coelhos

São Paulo / Páscoa

12/04/09 - 07h39 - Atualizado em 12/04/09 - 07h39

Coelho de estimação ‘surfa’ e nada em praia do litoral de SP

Kiko, de 3 anos, acompanha sua dona nas temporadas em Itanhaém.


Animal também chama a atenção ao passear no calçadão.


Juliana Cardilli Do G1, em São Paulo



Muito lembrados durante a Páscoa, por serem ‘responsáveis’ pelos tão esperados ovos de chocolate, os coelhos geralmente são esquecidos no restante do ano pela maior parte das pessoas. Na casa da estudante Amanda Dias, de 18 anos, a situação é bastante diferente. Lá, Kiko, um coelho de 3 anos, é o protagonista. Tão importante que participa das férias da família na praia e se arrisca nas ondas sobre pranchas de surfe.

A brincadeira começou em 2005, quando Amanda foi passar o fim de ano com a mãe em Itanhaém, a 106 km de São Paulo. Sem ter com quem deixar o animal de estimação, adquirido naquele ano, elas resolveram levar Kiko junto. “Na primeira vez, eu só o levei para passear no calçadão. Ele já fazia sucesso, todo mundo parava para vê-lo, tiravam foto”, conta a estudante. “Ele anda sozinho, sem coleira, e quando está na frente às vezes fica esperando a gente chegar”.

No ano seguinte, na mesma praia, Amanda resolveu levar o bichinho para a areia. Primeiro, ele ficava debaixo do guarda-sol. Entretanto, quando a estudante levantava para ir para o mar, o coelho corria atrás. “Ele começou a andar comigo na beira do mar, e de brincadeira o coloquei em cima da prancha de um amigo, para tirar uma foto. Nas duas primeiras ondas ele se equilibrou, e na terceira ele caiu e saiu nadando. Eu nem sabia que coelho nadava!”, lembrou a jovem.

Hoje, quando vai para a praia, Kiko já quer ir logo para o mar. Mas isso depende do clima – é preciso estar quente para o animal querer encarar as ondas. “Geralmente eu coloco ele em cima de uma prancha, ele fica se equilibrando, depois cai e sai nadando até o raso. Em outras vezes ele fica só nadando”, conta Amanda.

Em casa, na capital paulista, o coelho também é tratado como da família. Por ser dócil e comportado, ele assiste TV no colo da dona. Na pousada em Itanhaém, é o único animal a ser aceito – e sempre há uma toalha reservada, esperando por ele. Parece uma criança, até mesmo nos cuidados. “Sempre fico por perto na praia, e vou com ele só no mais raso. Também fico de olho para ninguém levá-lo embora”, conta Amanda.

Como costuma frequentar a mesma praia todos os anos, os outros turistas já conhecem Kiko e não se incomodam com a presença na praia. No condomínio que mora em São Paulo, o problema é outro: ele é tão querido que já quiseram até comprá-lo. “Já ofereceram dinheiro, mas eu não vendo, não tem dinheiro que compre”, diz a jovem.



FOTO: Arquivo Pessoal





















Kiko surfa na praia da Itanhaém, no litoral de São Paulo








FOTO: Arquivo Pessoal



















Amanda e um amigo ajudam o coelho de estimação a surfar






http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1079954-5605,00-COELHO+DE+ESTIMACAO+SURFA+E+NADA+EM+PRAIA+DO+LITORAL+DE+SP.html

Porcos

17/03/09 - 10h00 - Atualizado em 17/03/09 - 11h45


Porco 'vivia' com gatos selvagens em aeroporto dos EUA


Porco pesa quase 70 quilos, segundo serviço de resgate de animais.


Ele ganhou nome de 'Runway' e foi levado para fazenda em Richboro.


Do G1, em São Paulo



Uma equipe de resgate de animais encontrou um porco pesando quase 70 quilos que estava com gatos selvagens próximo ao Aeroporto Internacional da Filadélfia, nos Estados Unidos, segundo a emissora americana CBS.


O porco ganhou o apelido de "Runway" (pista). O animal, aparentemente, fugiu ou foi abandonado. Seis pessoas do serviço de regaste de animais foram necessárias para conseguir capturará-lo.


"Eu acho que ele deve ter sido um animal de estimação de alguém próximo ao aeroporto, mas ele ficou muito grande", disse Lori McCutcheon, que trabalha no serviço de resgate de animais. Segundo ela, o porco está muito gordo e precisar perder peso.


"Runway" foi levado para uma fazenda em Richboro, no condado de Bucks.




FOTO: Reprodução/CBS





















Porco chamado 'Runway' foi capturado próximo ao Aeroporto da Filadélfia, no estado da Pensilvânia.



http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1045183-6091,00-PORCO+VIVIA+COM+GATOS+SELVAGENS+EM+AEROPORTO+DOS+EUA.html











O novo “Babe”?

Qua, 25/03/09

por mcaetano |

categoria mundo animal



Você se lembra do filme “Babe, o porquinho atrapalhado”? Pois a habilidade do animal da ficção, treinado pelo dono para competir com cães pastores em um campeonato da cidade, tem agora um concorrente à altura na vida real. Pelo menos é o que garante Wendy Scudamore, dona de Sue, um porquinho britânico (apesar do nome feminino, ele é um macho) muito inteligente.
























Sue é de uma raça doméstica chamada kune kune, originária da Nova Zelândia. Ele é capaz de caminhar dentro de túneis, contornar cones e até descer rampas – atividades típicas de um cão pastor treinado. Segundo Wendy, seu animal de estimação pode não apenas desafiar cachorros, mas também aprender a cuidar de ovelhas, tal como o Babe do filme.

Para testar como se saía no meio do rebanho, o porquinho foi levado à fazenda da família, no condado de Herefordshire. E, apesar de seu corpo atarracado, Sue parece ter mostrado jeito para a coisa.

De acordo com Wendy, o animal se entusiasmou depois de ter visto cães sendo treinados no jardim da casa onde mora, e perceber que eles recebiam recompensas ao desempenhar bem uma tarefa. “Os porcos são muito inteligentes, e tão espertos quanto os cães”, afirma a dona, que já decidiu: vai inscrever Sue em uma competição de agilidade canina. Bem, a julgar pelo vídeo abaixo, do diário britânico Telegraph, será necessário que o porquinho melhore um pouco no quesito rapidez.







OBS: Acesse o link abaixo para assistir o vídeo.




http://colunas.globorural.globo.com/bloggloborural/2009/03/25/o-novo-babe/

sábado, 7 de março de 2009

Embalos No Poleiro

Uma cacatua (?) que gosta de dançar no poleiro: Frostie,uma figurinha que faz uma coreografia muito engraçada.




SHAKE YOUR TAIL FEATHER(RAY CHARLES)










GOD IS GREAT









Frostie Dancing To Boogie Shoes






Hold On! I'm Coming










FROSTIE SE VÊ NA TV


segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Mulas

planeta bizarro


07/01/09 - 11h10 - Atualizado em 07/01/09 - 11h42


Mula salva mulher de incêndio nos EUA


Jolene Solomon, de 63 anos, mora sozinha em uma fazenda.


Ela chamou bombeiros, mas casa ficou totalmente destruída.




Da AP



Jolene Solomon, de 63 anos, credita à sua mula Lou o fato de ainda estar viva. Ela disse à imprensa de McMinnville, no estado de Tennessee (EUA), que o animal chamou sua atenção sobre o incêndio que destruiu a casa em que morava.


De acordo com Jolene, no dia 1º de janeiro, logo após a ceia de Ano Novo, Lou começou a relinchar, o que chamou sua atenção. Quando saiu para fora para ver o que estava acontecendo, ela viu que a casa estava pegando fogo.


Jolene ainda chamou os bombeiros, mas eles pouco puderam fazer, e a residência ficou totalmente destruída. Ela disse que seu pai havia comprado anos atrás a mula Lou para ajudá-la nos trabalhos na fazenda.


Jolene, que mora sozinha na fazenda, disse que perdeu tudo, mas lembrou que só está viva por causa da mula. Ela afirmou que pretende morar com familiares enquanto pretende reconstruir a residência.





FOTO: AP





















A mula Lou acabou salvando a vida de Jolene Solomon







http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL946229-6091,00-MULA+SALVA+MULHER+DE+INCENDIO+NOS+EUA.html

domingo, 18 de janeiro de 2009

Mainás

22/09/2008 - 12h08


Irritado, pássaro aprende a miar para calar papagaios barulhentos


da Folha Online




Um mainá que vive em Nanjing, na China, conseguiu acabar com a conversa barulhenta de dois papagaios aprendendo a miar.



O pássaro --que, como os papagaios, tem facilidade para imitar sons-- foi comprado por um senhor que o ensinou a falar, segundo o jornal "Yangtse Evening Post".



Logo depois, o dono adquiriu dois papagaios e os colocou perto da gaiola do mainá. Muito tagarela, a dupla verde passou a irritar o pássaro.



"Ele começou a pular freneticamente na gaiola depois que os papagaios chegaram", afirmou o sr. Jiang ao jornal. "O mainá então percebeu que os dois ficavam quietos quando um gato da vizinhança vinha aqui e miava", continuou o chinês.



Dias depois, ele notou que a ave passou a miar e os papagaios se acalmavam. Agora, quando os dois começam a fazer barulho, o pássaro imita o som do gato e a dupla se cala imediatamente.



"Parece até que ele desaprendeu todo o chinês que eu ensinei", disse o dono.









FOTO: Divulgação
























Mainás (o da foto acima é da espécie Acridotheres tristis), comuns na Ásia, têm bastante facilidade para aprender a imitar sons




http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u447511.shtml

sábado, 27 de dezembro de 2008

Lhamas

15/01/09 - 16h46 - Atualizado em 15/01/09 - 16h4


Lhama de três anos vive em casa na Alemanha desde o nascimento


Animal chamado 'Socke' vive na residência de Nicole Döpper.


'Socke' circula livremente pela casa na cidade de Mülheim.


Do G1, em São Paulo




FOTOS: Ina Fassbender/Reuters






















Lhama chamada 'Socke', de três anos, e o cão 'Big Mac' são fotografados na sala de jantar de uma casa na cidade alemã de Mülheim. 'Socke' vive na residência de sua proprietária, Nicole Döpper, desde o nascimento.


























Lhama 'Socke', de três anos, faz carinho em Nicole Döpper. Animal vive na casa de Nicole desde o nascimento.


























Lhama 'Socke', de três anos, circula pela residência de Nicole Döpper.









http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL957427-6091,00-LHAMA+DE+TRES+ANOS+VIVE+EM+CASA+NA+ALEMANHA+DESDE+O+NASCIMENTO.html

Galos, Galinhas e Pintos

PIADA (SEM TROCADILHO)



























ISSO É MUITO CRUEL,TADINHO





















CICLO DE VIDA DA GALINHA (OUTRA CRUELDADE)
































23/06/2008 - 08h34 - Atualizado em 23/06/2008 - 10h26

Na Zona Oeste de SP, galo de estimação faz alegria da vizinhança

Galo garnizé batizado Chiquinho é mascote de uma loja de pets.

Animal ‘ mansinho’ fica boa parte do tempo solto pela loja.



Patrícia Araújo

Do G1, em São Paulo





“Olha que bonitinho, filho”, diz a desempregada Flávia Lima Alves, 23 anos, para Gustavo, de 2 anos, ao ver o bichinho na frente de uma loja na Zona Oeste de São Paulo. Tranqüilo, o animal se deixa alisar e chega a fechar os olhos com um carinho na cabeça. “Ele é assim mesmo, mansinho”, conta o dono do bicho, Jorge Antônio da Fonseca, de 55 anos.

Chiquinho, como foi recentemente batizado em homenagem ao pai, passa boa parte do tempo solto, adora “ver gente”, não estranha ninguém e sempre abaixa a cabeça para receber um afago de qualquer pessoa que passe pela loja de produtos para animais de seu Jorge, no bairro de Santa Cecília. Mas se engana quem pensa que o animal dócil, orgulho do dono, é um fofo cachorro, gato ou coelho. O bichinho de estimação do comerciante, e mascote inusitado da loja de pets, é um galo garnizé.


















Jorge Antônio da Fonseca cria galos há 28 anos (Foto: Patrícia Araújo/G1)



“Eu sempre gostei mais das aves. As aves, além da beleza, cantam”, diz seu Jorge. Além disso, segundo ele, elas não têm “frescura” e comem de forma simples: milho, folhas. Mas, apesar do enorme carinho que diz sentir pelo galo, ele conta que a idéia de criar um como bicho de estimação não veio da própria cabeça. “Foi idéia do Altemar Dutra. Ele era cliente aqui da loja há uns 28 anos. Uma vez me falou que tinha uns patos que viviam soltos lá pela Consolação e pensou que eu poderia criar uns galos e galinhas por aqui”, conta.


Após a conversa, o músico teria levado um casal de franguinhos de presente para o comerciante. “O Caruzo (primeiro galo) se afeiçoou logo à gente. Ele cantava muito, viveu uns 12 anos”, diz seu Jorge, mostrando algumas fotos do animal morto. Segundo ele, quando o galo morreu, deixou um filhote, o primeiro Chiquinho que foi criado por cerca de 9 anos. “Em São Paulo, ver um galo na rua é uma coisa inusitada. Um dia levaram ele”, fala.


Novo presente



Com a perda do primeiro Chiquinho, seu Jorge diz ter ficado muito triste e decidiu não criar mais galos. “Ficamos um bom tempo sem nenhum bicho por aqui.” Mas, em novembro de 2007, um outro cliente da loja, que freqüentava o local há muitos anos, deu de presente ao comerciante um galinho e três galinhas. “Há muitos anos eu havia dado a ele dois filhotes daquele primeiro Chiquinho. Este Chiquinho de agora é tataraneto do Caruzo”, conta entre risos.

























Segundo o dono de Chiquinho, foi Altemar Dutra quem lhe sugeriu que criasse galos (Foto: Patrícia Araújo/G1)





Feliz com o novo bichinho, o comerciante não pensa mais em ficar sem um mascote. “Enquanto eu estiver por aqui, vou deixar sempre um desses do meu lado. Foi besteira minha ter ficado tanto tempo sem um”, afirma.







http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL608899-5605,00.html








planeta bizarro


24/09/08 - 07h01 - Atualizado em 24/09/08 - 07h01

Galinha 'estressada' perde as penas, mas ganha agasalho

'Buffy' não suportou o ritmo de fazenda de criação na Inglaterra.

Salva por defensora dos animais, ela usará roupa até ter novas penas.

Do G1, em São Paulo



Conheça Buffy, uma galinha britânica que, depois de ficar estressada com a vida em uma fazenda de criação, perdeu todas suas penas. Resgatada por uma defensora dos animais, Buffy ganhou uma casa nova, e um agasalho feito especialmente para ela suportar os meses de outono e inverno, enquanto suas penas não crescem de novo.




FOTO: Reprodução/Daily Mail




















http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL771345-6091,00-GALINHA+ESTRESSADA+PERDE+AS+PENAS+MAS+GANHA+AGASALHO.html











02/04/2009 - 16h39

Pintinhos de 5 dias sabem somar, dizem cientistas italianos

da Efe, em Roma



Cientistas italianos descobriram que pintinhos de cinco dias de idade sabem somar, de acordo com uma experiência publicada hoje pela revista "Proceedings of the Royal Society" e comentada por Rosa Rugani.

Pesquisadora da Universidade italiana de Pádua e membro da equipe responsável, ela explicou que já se conheciam as habilidades de alguns animais, como os macacos, que também têm "capacidade ordinal" - ou seja, além de contar sabem ordenar os diversos objetos que contam.

No entanto, a pesquisa italiana consiste em provar a "capacidade numérica", já que seu experimento eliminava "outros tipos de informação", como o tamanho e o perímetro dos objetos contados pelos pintos.

A experiência conseguiu provar que eles eram capazes de fazer operações como "1 + 1" ou "3 - 2", quando os introduziam em caixas com bolinhas de plástico amarelo que confundiam com outros indivíduos iguais a eles.

Os pesquisadores partiram do princípio de que os pintinhos recém-nascidos costumam se juntar aos maiores grupos de indivíduos iguais.

Assim, eles colocaram cinco bolinhas idênticas junto a eles e, em seguida, as dividiram em um grupo de três e outro de dois.

Como viam as bolinhas "como companhias", eles souberam discernir qual era o grupo maior para se juntar a ele.

Em seguida, numa fase mais avançada do teste, os pesquisadores escondiam os mesmos objetos atrás de telas e, depois, os trocavam de uma tela à outra, mas permitindo que os pintinhos vissem como eles faziam essa troca.

Em 75% dos casos, os pintos foram para trás da tela onde mais bolinhas haviam sido escondidas e a cada vez em que eles eram trocados - o que, segundo os pesquisadores, demonstrou que eles têm uma capacidade inata para somar, mesmo sem estar vendo continuamente os objetos em questão.

Rosa Rugani se formou em Psicologia Experimental pela Universidade de Pádua há seis anos com a tese "Memória de trabalho no frango doméstico (gallus gallus): uma pesquisa através da resposta condicionada".



























Pesquisa da Universidade de Pádua, localizada na Itália, utilizou pintinhos de cinco dias de vida para provar que eles sabem contar





http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u544835.shtml

Toda Forma de Amor Vale A Pena

FLAGRAS DE AMORES PROIBIDOS


























































Cadela pescadora e galo nadador ficam famosos em sítio mineiro

da Folha Online


Paluza já é conhecida em Cláudio, cidade de Minas Gerais. Basta seu dono pedir e a cadela vai ao lago buscar um peixe. Com cuidado, para não atrapalhar a natação do galo Zué, marido da marreca Rebeca.
























No sítio de Joaquim Lúcio da Silva, 47, a bicharada inventa o que fazer. A malhada Paluza, 7, aprendeu a pescar há cerca de três anos. Mas quem inventou primeiro foi Joaquim: para atrair os peixes, ele começou a jogar ração no lago que fica dentro de sua propriedade. Com essa tática, os peixes se aproximavam --e Paluza também.


No início de sua "carreira", a cadela pegava uma piabinha aqui, outra ali, que comia na hora mesmo - pequenas, elas não resistiam à mandíbula da mascote do sítio. Depois, Paluza passou para conquistas maiores (tilápias e surubins, garante Silva), que entregava nas mãos do dono. Agora, já dominando a arte da pesca, até dispensa a ração em algumas ocasiões.

Para facilitar o preparo das refeições, a cadela leva o peixe - vivo - à cozinha. E sua participação não pára aí. Quando Silva sai à noite para pescar traíras, a cadela também está presente. "Ela ajuda a colocar os peixes dentro do barco", conta ele.




















Entre os surubins desavisados e tilápias distraídas do lago, de vez em quando aparece o galo Zué, de um ano e meio. Ele gosta de nadar com sua amada, a marreca Rebeca, 3, que conquistou definitivamente após o fim de um triângulo amoroso.


A história começou com uma morte. Rebeca, dona de uma bela plumagem acinzentada com colar branco, enviuvou há mais de um ano. Na falta de outro marreco à altura, amigou-se com um peru que adorava namorá-la.


Mas então chegou Zué. Ainda novo, ele mostrou à marreca que a acompanharia até dentro do lago. Aprendeu a nadar e, desde então, não a deixa sozinha um segundo sequer. O peru perdeu.


http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u411203.shtml









brasil / Bichos


02/02/09 - 08h44 - Atualizado em 02/02/09 - 08h44


Sem galo, galinha 'namora' pato em Aracaju


Falta de galo no viveiro contribuiu para mudança de comportamento.


Casa de secretária abriga tem coelhos, tartarugas e aves.



Do G1, com informações do Globo Rural



O namoro de um pato com uma galinha chama a atenção de moradores de Aracaju. A falta de galo no viveiro facilitou o romance.



Veja o site do Globo Rural



No quintal de casa há coelhos, tartarugas e aves. Para a secretária Maria Aparecida Santos, a criação de animais é mais do que um passatempo. “Desde criança, morei em fazenda. Sempre tive bichos e na cidade morava em apartamentos. Agora, estou em casa e realizo um sonho meu, do meu filho e do meu marido”, contou.


No viveiro, todos vivem juntos. A aproximação fez o pato se "apaixonar" por uma galinha. É uma união fora dos padrões.


Patolina, como é chamado, é o xodó da casa. Ele deixou a antiga companheira de lado e, agora, não desgruda da galinha. O pato não mede esforços para chamar a atenção da fêmea.


De acordo com o médico veterinário Alfredo Canuto, chamado para avaliar o caso, a falta de um galo no viveiro contribuiu para a mudança de comportamento do pato. Para ele, as duas aves até podem cruzar, mas sem consequência. “Não tem relatos de que nasceu algo desse cruzamento”, disse.







http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL982183-5598,00-SEM+GALO+GALINHA+NAMORA+PATO+EM+ARACAJU.html

Marmotas

Popular


Sábado, 2 de fevereiro de 2008, 12h18


Marmota prevê mais semanas de inverno nos EUA


A marmota Phil, famosa por prever o tempo, apontou hoje que o inverno americano deverá ser mais longo que o previsto. A tradição, que já virou até filme, ocorre anualmente no município de Punxsutawney, no Estado da Pensilvânia.

Ao ser levada para fora de sua toca pelo vice-presidente do clube da marmota da cidade, Phil fez a previsão de que a estação deve durar mais seis semanas.

Em 1993, o dia da marmota (Groundhog Day, como é conhecido nos EUA) virou o filme "Feitiço do Tempo". Na história (sic), Bill Murray (Caça-Fantasmas e Encontros e desencontros) vive um repórter rabugento que é pautado para cobrir o "excitante" evento. Como castigo, ele é condenado a viver sempre o mesmo dia até redescobrir a alegria nas pequenas coisas do dia-a-dia.






Foto: Reuters



























Sob olhar do público, Phil prevê a duração do inverno









Redação Terra




http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI2314529-EI1140,00-Marmota+preve+mais+semanas+de+inverno+nos+EUA.html