terça-feira, 11 de outubro de 2011

Se A Moda Pega...

10/10/2011 - 04h49

Contrabandistas soltam enxame de abelhas sobre policiais


Contrabandistas usaram um enxame de abelhas para tentar evitar que policiais fizessem uma busca em seu caminhão, na Turquia, segundo a agência de notícias turca Anatolia.

A agência afirmou que a polícia havia recebido a informação de que o caminhão levava cigarros contrabandeados, na cidade de Adana, no sul do país.

Quando o veículo foi parado, seus ocupantes teriam solto o enxame para evitar a revista.

Não há informações sobre o estado de saúde dos policiais.

O veículo foi posteriormente revistado por policiais com roupas especiais e foram encontrados 32.500 maços de cigarro contrabandeados.

O motorista e dois passageiros, criadores de abelha, foram presos.


http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/10/10/contrabandistas-soltam-enxame-de-abelhas-sobre-policiais.jhtm

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

Raríssimo

28/09/2011 - 15h58

Gato com 2 caras dos EUA é o mais velho do mundo

Reuters


Por Zach Howard

CONWAY, Estados Unidos (Reuters) - Frank and Louie, um felino cinza com duas bocas, dois narizes e três olhos, acabou de fazer 12 anos e é o gato mais velho do mundo com duas caras.

Sara Wilcox, porta-voz do Guinness World Records, disse que ele é "gato Janus que mais sobreviveu", referindo-se ao nome cunhado pelo zoólogo britânico Karl Shuker, com base no deus romano das transições e dos portões.

Frank and Louie tem uma duplicação cranio-facial, uma condição congênita extremamente rara. O transtorno, também conhecido como diprosopia, pode levar parte ou toda a face de um indivíduo a ser duplicado em sua cabeça.

Entre os gatos domésticos foram registrados vários casos, mas poucos deles sobrevivem à idade adulta, disse Wilcox.

Frank and Louie nasceu em 8 de setembro de 1999. Sua vida notável será comemorada na nova edição do Guinness World Records de 2012, afirmou Wilcox.

A expectativa de vida de um gato de duas caras é de cerca de quatro dias porque em geral eles sofrem de outros distúrbios.


http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/09/28/gato-com-2-caras-dos-eua-e-o-mais-velho-do-mundo.jhtm

sábado, 8 de outubro de 2011

Preocupante

Ambiente


05/10/2011 - 17h18

Animais estão encolhendo devido à mudança climática

DE SÃO PAULO


Os efeitos da ação humana sobre o ambiente, que provoca a mudança climática, são conhecidos. Entre eles, pode-se citar o degelo acelerado no Ártico e a intensificação das chuvas e dos incêndios. Agora, cientistas analisam como os animais estão sendo afetados.

Um estudo recente, publicado na edição on-line "The American Naturalist", indica que as altas temperaturas podem fazer com que determinadas espécies "encolham". A consequência imediata é que a reprodução é comprometida, com menos crias nascendo, e uma provável alteração de toda a cadeia alimentar.

Essa relação entre o tamanho e as alterações na temperatura, já comprovada anteriormente, mas nunca explicada totalmente, afeta somente os animais de sangue frio - como insetos, crustáceos, peixes, anfíbios e répteis -, que dependem de fontes externas de aquecimento como a luz do sol para se manterem aquecidos.

A pesquisa foi feita com 34 tipos de crustáceos copépodes, pelo doutorando Jack Forster, da Universidade de Londres. Segundo ele, as criaturas diminuíram uma média de 2,5% para cada um grau Celsius elevado.

Forster diz que esse fenômeno mudaria a cadeia alimentar em duas frentes. Menores, os animais de sangue frio passariam a comer outras espécies.

Por sua vez, quem está acima deles na cadeia alimentar teria que gastar mais tempo procurando comida para obter a quantidade suficiente.

Ou seja, a codependência entre as espécies seria mudada e levaria um tempo para se adaptarem.

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/986084-animais-estao-encolhendo-devido-a-mudanca-climatica.shtml

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pesquisa Interessante

06/10/2011 - 11h08

Pesquisa tenta desvendar comportamento dos ursos-de-óculos


A descoberta de uma colônia de ursos-de-óculos em um parque arqueológico e ecológico do norte do Peru abriu novas perspectivas para conhecer o comportamento desta enigmática espécie, considerada em perigo de extinção.

"Antes se pensava que os ursos estavam apenas em áreas protegidas, mas graças a esta pesquisa descobrimos que estes animais descem até 200 metros para se alimentar das florestas de sapoti que crescem nas partes baixas", afirmou à Agência Efe o pesquisador de campo José Vallejos.

Os ursos-de-óculos são uma espécie de mamíferos carnívoros da família dos ursídeos, os únicos de sua espécie na América do Sul. De coloração negra ou café, com manchas brancas nos olhos, costumam medir entre 1m30 e 1m90, e pesar entre 80 e 125 quilos.

A pesquisa no norte peruano começou há cinco anos, dirigida pela bióloga canadense Robyn Appleton e uma equipe de três pesquisadores de campo peruanos, em coordenação com o museu arqueológico de Sicán.

Eles conseguiram identificar 37 ursos de óculos com o uso de câmeras, armadilhas não-letais e observações.

O estudo pretende documentar os comportamentos, o uso sazonal de habitats, a alimentação, a disposição de fontes de água e a criação dos filhotes, para aplicar novas medidas que assegurem a proteção da espécie.

Uma destas medidas foi a criação, em 28 de abril de 2010, do parque arqueológico e ecológico do Batán Grande, ordenada pelo município distrital de Pitipo, na região nortista de Lambayeque.

Além disso, em 2008, a organização "Spectacled Bear Conservation", da qual fazem parte os pesquisadores, e a associação de criadores de gado da área, construíram uma cerca de dez quilômetros para proteger a região do estudo, com placas que informavam sobre a proibição de caçar animais em perigo de extinção.

É possível que estas medidas tenham contribuído para a reprodução da espécie, já que de acordo com Vallejos, recentemente foram descobertas três ursas com seus filhotes em cavernas.

"Estamos tomando nota dos tempos que passam fora e dentro das cavernas e as atividades que mães e filhos desenvolvem. O mais importante de tudo é que isto está sendo feito em estado silvestre", destacou.

De acordo com Vallejos, o estudo procura "determinar, em estado natural, o comportamento, a sobrevivência e reprodução dos ursos de óculos a fim de reproduzi-lo em outras áreas do país para conhecer a quantidade de animais que existem".

No entanto, ainda há muito a descobrir, já que os analistas estão tentando conhecer a distribuição dos ursos no espaço colocando colares de localização com GPS em quatro deles. "Com esta medida podemos saber os pontos que os animais percorrem", explicou Vallejos.

O investigador esclareceu que ainda estão longe de cumprir seu objetivo, já que pretendem colocar estes colares "em dez ou 12 ursos, entre fêmeas e machos, para obter uma informação mais específica do comportamento destes animais".

De acordo com as pesquisas, os principais fatores que influenciam na redução da população dos ursos são a caça ilegal e a propagação de cultivos agrícolas mediante a poda do sapoti, um elemento fundamental para a sobrevivência desta espécie.

A organização "Spectacled Bear Conservation" tem como objetivo a longo prazo desenvolver um programa de oficinas e outras atividades que promovam a preservação do meio ambiente entre os habitantes locais.


http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/efe/2011/10/06/pesquisa-tenta-desvendar-comportamento-dos-ursos-de-oculos.jhtm

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Bom Vigia

04/10/2011 - 13h21

Jovem é preso após ser flagrado por cachorro em guarda-roupa de casa em Eunápolis (BA)

Carlos Madeiro

Especial para o UOL Notícias

Em Maceió



A Polícia Militar da Bahia prendeu, na noite desta segunda-feira (3), um jovem de 19 anos acusado de invasão de domicílio em Eunápolis ( 662 km de Salvador). O detalhe é que ele foi flagrado dentro de um guarda-roupa na casa de uma comerciante no centro da cidade baiana.

Segundo a Companhia Independente da PM de Eunápolis, a proprietária chegou em casa no início da noite e passava roupa na área externa da casa quando passou a desconfiar dos latidos insistentes do seu cachorro para o guarda-roupa.

Com medo de haver alguém dentro do quarto, ela foi à casa de uma vizinha e acionou a polícia. Ao chegarem ao local, os militares encontraram Isaac Menezes dos Santos dentro do guarda-roupa do quarto principal da casa, onde dividia espaço com as roupas da comerciante.

O jovem foi preso em flagrante e levado para a delegacia da cidade, onde foi autuado por invasão de domicílio. A polícia suspeita de que ele iria tentar furtar objetos, mas viu a chegada da comerciante e tentou se esconder para não ser pego em flagrante.


http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/10/04/jovem-e-preso-apos-ser-flagrado-por-cachorro-em-guarda-roupa-de-casa-em-eunapolis-ba.jhtm

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dedicação Ímpar

Mato Grosso do Sul

05/10/2011 15h02 - Atualizado em 05/10/2011 15h02

Em MS, cãozinho é arrastado por pit bull após salvar criança de três anos

Pit bull invadiu casa em bairro de Campo Grande, nesta manhã (5).

Fofinho, cão da família, só foi solto depois que pit bull foi atropelado.

Tatiane Queiroz Do G1 MS



FOTO: Tatiane Queiroz


















"Ele correu e avançou no pit bull", diz mãe de criança de três anos salva pelo vira-lata


Um cão vira-lata salvou uma menina de três anos do ataque de um pit bull que invadiu uma casa na manhã desta quarta-feira (5), no Jardim Carioca, em Campo Grande. Segundo informações da mãe, Kenya Suelen, a criança estava sentada na sala da casa, quando o pit bull entrou correndo e foi para cima dela.

O cachorro, que se chama Fofinho, tem aproximadamente três anos e mora com a família desde filhote. Kenya contou ao G1 que, quando o cãozinho viu o pit bull se aproximar da criança, correu e avançou nele. "Eu fiquei muito assustada na hora porque achei que o cachorro ia pegar minha filha, mas o Fofinho acabou salvando ela”, relatou.

O pit bull abocanhou Fofinho pelas costas e o arrastou pela rua por quase dez minutos. Vizinhos, que saíram para ajudar, contaram que ficaram muito assustados com a cena. “Eles jogaram pedras, pedaços de pau e até uma cadeira no pit bull, mas mesmo assim ele continuou mordendo o nosso cachorrinho”, contou Kenya.

Ainda segundo a moradora, o pit bull só largou o vira-lata porque foi atropelado por um carro em uma avenida que fica próxima à casa.

Fofinho foi levado para uma clínica veterinária para receber tratamento. Ele teve ferimentos no dorso causados pelas mordidas do pit bull. De acordo com a veterinária, Helen dos Santos, nesta tarde, ele será sedado para que sejam dados pontos nos ferimentos e feitos os curativos.

“Ele vai ficar bem. Terá que tomar alguns medicamentos e ficar em observação por mais um dia. Depois poderá voltar para casa”, afirmou a veterinária.





FOTO: Tatiane Queiroz



















'Fofinho' teve ferimentos no dorso e está em uma clínica veterinária em Campo Grande




Pit bull

Kenya informou ao G1 que o dono do pit bull mora na mesma rua da casa dela e que o animal não costuma ficar solto. "Eu nunca tinha visto ele na rua', disse.

Os vizinhos acionaram o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) para levar o pit bull. Até o momento não há informações sobre o animal.



http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2011/10/em-ms-caozinho-e-arrastado-por-pit-bull-apos-salvar-crianca-de-tres-anos.html

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Amor Sincero

13/10/2011 - 10h31

Cachorro que se mudou para cemitério para ficar perto do dono morto será adotado pelo coveiro


Dimitri do Valle

Especial para o UOL Notícias

Em Curitiba


Rambo, o vira-latas que se mudou para um cemitério no interior do Paraná após a morte do dono, foi adotado pelo próprio coveiro, Sidinei Ramos, depois que vários candidatos desistiram de ficar com o cachorro.

As esperanças de adoção foram descartadas pelo comportamento dos candidatos. Ramos afirmou ao UOL Notícias que os interessados na adoção “mudavam de ideia quando viam que o cão era um vira-latas”.

“Teve muita gente que ligou e veio ao cemitério, se interessou pelo Rambo, mas quando viam o cão, não gostavam da aparência dele e iam embora. Por isso não vou deixar ele sair daqui”.

A intenção do coveiro era entregá-lo para que ele pudesse ter um novo dono e não ficar perambulando pelo cemitério, mas o animal foi se adaptando ao lugar.

“Como ele já está acostumado aqui no cemitério, o Rambo vai ficar por aqui mesmo. Eu tenho cachorro em casa, gosto de animais, e cuidar de mais um pra mim, não é nenhum problema”, disse o coveiro de Mamborê (482 km de Curitiba).

Moradores da cidade, ao saber da história, também se dispuseram a ajudar o coveiro com ração para alimentar o cãozinho.

Outro exemplo da adaptação ao cemitério é que Rambo não dorme ao relento. Segundo o coveiro, o cachorro arrumou uma gaveta vazia (jazigo de concreto em forma de armário para guardar um caixão) para se abrigar durante a noite e em dias de chuva.

Rambo ganhou o apelido do próprio coveiro. Quando o cachorro apareceu, sempre ficando próximo ao túmulo do antigo dono, que morreu há quatro meses, o cãozinho apresentava um comportamento violento, principalmente se outros animais aparecessem na área. Mas, segundo Ramos, Rambo está mais calmo agora, até pelo fato de ter se ambientado à nova região que escolheu para viver.


http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/10/13/cachorro-que-se-mudou-para-cemiterio-para-ficar-perto-do-dono-morto-sera-adotado-pelo-coveiro.jhtm





04/10/2011 - 18h55

Cachorro que vive em cemitério após morte de dono pode receber novo lar

Dimitri do Valle

Especial para o UOL Notícias

Em Curitiba



Rambo, o cachorro que ficou conhecido por ter ido morar no cemitério de Mamborê (482 km de Curitiba) após o dono morrer e ser enterrado no local, pode receber um novo lar em breve. Pelo menos duas pessoas, de Maringá e de Curitiba, já manifestaram intenção de adotar o cão.

O coveiro do cemitério, Sidinei Ramos, afirmou, entretanto, que os pretendentes ainda não marcaram data para conhecer o cachorro. De acordo com Ramos, os candidatos deverão apresentar algumas condições para poder levar Rambo. “Tem que cuidar bem dele, não deixar em qualquer lugar”, disse o coveiro ao UOL Notícias.



























Vira-latas Rambo é acariciado pelo coveiro Sidinei Ramos em cemitério de Mamborê (PR), para onde o cachorro se mudou após morte do dono, há 4 meses



A presidente da Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba, Soraya Simon, afirmou que Rambo “está sofrendo bastante, pois perdeu um ‘ente da família’”. Segundo Soraya, o coveiro fez certo em divulgar o caso. “O animal precisa de um lar, de uma pessoa que se responsabilize, garanta a sua alimentação, acompanhamento veterinário e, principalmente, carinho e atenção."

Segundo Soraya, todos os cães, grandes ou pequenos, querem companhia. “Separados dos donos, eles podem até ficar doentes, com depressão.”

Rambo era criado por um homem de aproximadamente 40 anos, que morava sozinho e morreu vítima de tuberculose. Ele foi enterrado há quatro meses, e, desde então, o animal passou a ficar próximo do túmulo do antigo amigo. Rambo recebeu esse apelido por brigar com outros cães que circulam pelo cemitério, como se estivesse marcando território.



http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/10/04/cachorro-que-vive-em-cemiterio-apos-morte-de-dono-pode-receber-novo-lar.jhtm








03/10/2011 - 18h10

Cachorro vai morar em cemitério para ficar perto de ex-dono morto há quatro meses no Paraná

Dimitri do Valle

Especial para o UOL Notícias

Em Curitiba




FOTO: Dilmercio Daleffe
















Cachorro vira-latas Rambo muda-se para cemitério municipal de Mamborê (482 km de Curitiba) para ficar mais perto de seu antigo dono, morto há quatro meses



Um cachorro vira-latas chamado Rambo é o mais novo hóspede do cemitério municipal de Mamborê (482 km de Curitiba). Ele segue vivo, mas, como autêntico representante da fidelidade canina, passa horas ao lado de um dos túmulos recentes do local, o de seu antigo dono, morto há quatro meses.

Devido à insistência em permanecer no cemitério, o cachorro já arrumou um novo amigo, o solitário coveiro Sidinei Ramos, que lhe dá de comer todos os dias. O nome Rambo foi ideia do coveiro, já que antes ninguém sabia como o bicho era chamado.

O apelido surgiu depois que Rambo passou a apresentar um comportamento agressivo, parecido com a defesa de território, quando outros cães “ousam” entrar no cemitério.

“Ele brigava muito. Foi por causa disso que coloquei esse nome de guerreiro”, disse Ramos ao UOL Notícias. Em oito anos de trabalho, o coveiro afirmou que é a primeira vez que vê um cão ir morar no cemitério.

Ramos afirmou que se sente desconfortável com a situação e espera que alguém adote Rambo. “Estou querendo que alguém pegue ele pra cuidar. Ficou esquisito um cachorro morar aqui no cemitério.”


http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/10/03/cachorro-vai-morar-em-cemiterio-para-ficar-perto-de-ex-dono-morto-ha-quatro-meses-no-parana.jhtm

domingo, 2 de outubro de 2011