quinta-feira, 5 de maio de 2011

Conclusão Feliz

05/05/2011 07h56 - Atualizado em 05/05/2011 07h56

Cão escapa no aeroporto de Nova York e só é capturado após 3 dias

Jaz tinha sido trazido de um abrigo em Taiwan, onde seria morto.

Ele será colocado para adoção em Wilmington, no estado de Delaware.


Do G1, em São Paulo




O cão chamado Jaz deu trabalhos às autoridades do aeroporto internacional John F. Kennedy, em Nova York (EUA). O animal escapou logo na chegada ao aeroporto e só foi capturado três dias depois, no sábado (30).


Fotos: Hopeful Hearts/AP


















Cão chamado Jaz ficou sumido três dias no aeroporto de Nova York.



Jaz tinha sido trazido de um abrigo em Taiwan, onde seria morto após sete dias caso ninguém aparece para adotá-lo. O cachorro foi resgatado por uma entidade de animais e será colocado para adoção em Wilmington, no estado de Delaware.


http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/05/cao-escapa-no-aeroporto-de-nova-york-e-so-e-capturado-apos-3-dias.html

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Pesquisa

04/05/2011 - 13h01

Estudo analisa as mortes caninas por raça

NICHOLAS BAKALAR

DO "NEW YORK TIMES"


A maioria dos donos de cachorros e veterinários sabe que cachorros pequenos vivem mais que os grandes. Porém, até pouco tempo atrás, não existia um exame completo e sistemático sobre causas de morte ligadas a raças.

Agora, um grupo de pesquisadores analisou mais de 74 mil casos de morte canina, registrados de 1984 a 2004 no Veterinary Medicine Database, registro do Instituto Nacional do Câncer que recebe dados de 27 hospitais veterinários na América do Norte.

A análise, publicada na edição de março/abril de "The Journal of Veterinary Internal Medicine", descobriu que as causas de morte mais comuns variam consideravelmente por raça e idade.

Golden retrievers e boxers mostraram maior ocorrência de câncer, a principal causa de morte canina no total. Em diversas raças pequenas - como chihuahuas, pequineses, spitz alemães e poodles - o câncer foi muito menos comum. Para eles, a principal causa de morte foi o trauma (lesão por pancada).

Doenças do sistema nervoso central foram a causa de morte mais comum em cachorros mais velhos, enquanto doenças gastrointestinais afetaram igualmente todas as idades. A morte por doenças do sistema locomotor foram mais comum em raças maiores, mas os cachorros grandes sofreram menos de problemas neurológicos e endócrinos.

Os autores reconhecem que o estudo é retrospectivo e sujeito a erros de classificação, tanto de raças quanto de doenças. Mesmo assim, Kate E. Creevy, coautora e professora assistente de medicina veterinária na Universidade da Georgia, afirmou que conhecer as doenças a que uma raça tem propensão é bastante útil.

"Podemos usar essa informação para evitar as doenças, em vez de apenas tratá-las", explicou Creevy.

http://www1.folha.uol.com.br/bichos/911199-estudo-analisa-as-mortes-caninas-por-raca.shtml

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ouvidos Pelo Coração

Notícias

26.04.2011

Dachshund surdo aprende linguagem de sinais

Sparky foi devolvido por duas famílias e quase foi submetido a eutanásia, até encontrar uma dona amorosa para educá-lo


FOTO: People Pets



















Sparky foi adotado por uma escola para deficientes auditivos, no Missouri, EUA


Cuidar de um animal de estimação exige uma série de cuidados, mas no caso do Dachshund Sparky, foi necessário um pouco mais de atenção. Isso porque o cãozinho malhado e de olhos azuis é deficiente auditivo e precisou aprender a linguagem de sinais para finalmente conseguir ser adotado.

Segundo o site da revista People Pets o animal foi devolvido ao mesmo abrigo, no Missouri, EUA, por duas vezes. Isso porque seus donos não tinham paciência com o animal, que não correspondia aos comandos ensinados. Em entrevista à publicação, Marsha Martin, gerente do Abrigo de Animais do Município do Texas, disse que já não sabia mais o que fazer para que o cãozinho se adaptasse em algum lar.

Foi então que a americana decidiu inscrever Sparky em um programa financiado pelo governo que adestra animais com problemas para que eles sejam adotados com mais facilidade. Apesar de esta ter sido a primeira vez que o grupo Puppies for Parole precisou treinar um animal deficiente auditivo, a missão foi aceita e rapidamente o dachshund aprendeu comandos por meio da linguagem de sinais.

Não demorou muito para que o cãozinho encontrasse um lar adequado. Segundo a publicação, coube a Barbara Garrison, diretora da Escola para Surdos de Missouri, adotar o bichinho. Agora, Sparky convive com outros quatro dachshunds, no campus da escola, onde recebe o carinho e afagos de crianças, que como ele, sofrem de deficiência auditiva. “Sparky é mais que nossa inspiração, ele é nosso amigo”, declarou Michael Miller, estudante de 18 anos, a um intérprete.


http://petmag.uol.com.br/noticias/dachshund-surdo-aprende-linguagem-de-sinais/




Notícias

23.03.2011

Cadela surda aprende linguagem de sinais

Seus donos também são deficientes auditivos e estão ensinando Alice a se comunicar por linguagem de sinais


FOTO: Reprodução/Daily Mail





















Mesmo surda, Alice já aprendeu comandos como “senta”, “deita” e “rola”



Desde que veio ao mundo, há dois meses, a vida da cadelinha Alice não tem sido muito fácil. O filhote foi abandonado por seus antigos donos depois que descobriram que o animal é portador de deficiência auditiva. Felizmente, um casal também deficiente auditivo adotou a pequena e tem ensinado como se comunicar utilizando a linguagem de sinais.

De acordo com informações do jornal britânico Daily Mail a cadela da raça Springer Spaniel foi abandonada por sua criadora, na Irlanda, após ser diagnosticada com surdez. Coube aos funcionários da ONG Blue Cross resgatar Alice, sem saber exatamente como fariam para encontrar um novo lar adequado para ela.

Com menos de um mês no abrigo, no entanto, Alice encontrou os donos ideais para cuidarem dela. Marie Williams e Mark Morgan são surdos e já estavam em busca de um bichinho de estimação. Quando souberam sobre a deficiência do filhote, imediatamente souberam que a busca por um pet havia chegado ao fim. “Sabíamos que ela iria se adaptar perfeitamente à nossa família”, disse Marie à publicação.

Já de casa nova, Alice agora aprende a se comunicar por meio de linguagem de sinais. Esperta, a cadela já aprendeu comandos como “senta”, “rola” e “deita”, como explicou sua dona. “Fico muito nervosa em saber que alguém abandonou o filhote só porque em sua concepção o animal não era perfeito. Com um pouco de esforço é possível integrar mesmo um cão surdo”.

Satisfeita com o aprendizado de Alice, sua dona declarou estar orgulhosa e deseja que todos saibam o quanto a cadela melhorou. “Ela realmente é muito especial para a nossa família”.


http://petmag.uol.com.br/noticias/cadela-surda-aprende-linguagem-de-sinais/

domingo, 1 de maio de 2011

Ótima Iniciativa

28/04/2011 - 08h05

Governo de São Paulo lança programa para treinar cães-guias

MARIANA DESIDÉRIO

DE SÃO PAULO



Para aumentar o número de cães-guias disponíveis para cegos, o governo de São Paulo lançou, na semana passada, um programa para treinar mais cachorros.

O espaço, que será instalado na USP, terá capacidade para 92 animais. O programa é uma parceria com a faculdade de veterinária.

O Brasil tem hoje 1,2 milhão de cegos e cerca de 80 cães-guias, segundo a ONG Iris. O órgão, que comemorou ontem o Dia do Cão-Guia com uma ação no shopping Iguatemi (zona oeste de SP), tem uma fila de espera de quase 3.000 pessoas.

O analista de sistemas Gabriel Vicalvi, 25, aguarda há três anos por um animal treinado. Ele conta que um amigo chegou a pagar R$ 30 mil por um. A Iris, que não cobra pelos cães, diz que enfrenta dificuldades para treiná-los.


FOTO: Rodrigo Capote/Folhapress


















SP lança programa para treinar cães-guias; ONG promove uma ação no dia internacional do cão-guia


Segundo Thays Martinez, presidente da ONG, é difícil conseguir financiamento e o treinamento é longo - cerca de dois anos. Neste ano, o instituto pretende entregar quatro animais.

Com o cachorro, o cego tem maior facilidade em desviar de obstáculos como orelhões e lixeiras - mais difíceis de detectar com a bengala. Além disso, eles são treinados para encontrar cadeiras vazias no metrô ou escadas rolantes a partir de um comando do dono.

Para quem consegue o cão, a dificuldade é fazer com que ele seja aceito. "Já tive que mudar de casa, porque as pessoas acham que ele vai morder", diz a cantora lírica Liana Maria Conrado. Mas ela não abre mão do animal. "A bengala para mim é um estigma, aquela coisa do ceguinho coitadinho. O cão-guia muda sua vida."


http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/908308-governo-de-sao-paulo-lanca-programa-para-treinar-caes-guias.shtml